Quarta-feira, 15 de Julho de 2009

Mais que amigável

Comecei a escrever este conto e deu nesse. Qualquer coincidência, eh isso. Daih meu querido Bento Benigno topou uma parceria, o conto ficou assim (parte 'normal' minha; em itálico, dele):

Acabaram de se divorciar. Uma separação amigável, ambos se respeitando, se admirando, tranquilos. O sexo sempre fora bom. Acontecia mesmo quando brigados, depois, cada um para um lado.

Resolveram que teria a despedida.

Foram para Acapulco, um lugar que conheceram em tempos de vacas menos gordas e se divertiram muito. Ficaram no hotel que gostariam de ter ficado naquela época. Era bem grande, destes de onde os hóspedes não costumam sair muito.

Chegaram à noite, tomaram uma tequila alegremente para brindar aquele momento, dormiram. Cada um pro seu lado.

Amanheceu um belo dia, foram para a praia. Ela de maiô, lenço, chapelão, óculos. Ele não menos charmoso de chapéu, blusa listrada, óculos bem escuros, bermuda, chinelo de couro, jornal na mão.

Ela se alongou e correu para o mar. Saltou duas pequenas ondas e mergulhou fundo. Ele observou cada passo da mulher – agora ex – Notou que, apesar de todos aqueles anos e a pele não mais tão firme, a mulher mantinha-se puro charme.

Depois de balançar os cabelos molhados e escapar do mar, ela cruzou a areia molhada em meio uma grande ventania. Ele, com a toalha estendida, esperou que ela se aproximasse e a envolveu num abraço tranquilo. Ela agradeceu. Depois de uma rodada de bebidas exóticas e um silêncio por ambas as partes, resolveram voltar para as dependências do hotel.

Foram para a área da piscina. Ela tomou uma boa ducha de água doce e pulou com agilidade na piscina. O tempo, naquele instante, já havia mudado completamente. Nuvens negras preencheram o céu e os poucos hóspedes que frequentavam a piscina foram deixando o local. Quando perceberam, já estavam a sós.

Uma chuva desabou de repente. Ela, ainda dentro da piscina, pediu que ele também entrasse. – Está quentinho. – Disse ela. – Logo, ele pulou. Divertiram-se. Ficaram aos abraços e consequentemente se beijaram, num longo e molhado beijo. Ela abaixou salientemente a parte de cima do biquíni e ele preencheu com uma das mãos os seios da mulher. Sugou com força, ela gemeu alto e, no mesmo momento, apertou com bastante força o pênis ereto dele. Aproveitaram o som estrondoso dos trovões e gemiam à vontade nas trocas de carícias. Ele enfiou a mão entre as pernas da mulher e masturbou-a. Com anos de casados, ele sabia muito bem como fazer e ela o retribuia esfregando freneticamente os peitos na cara dele.

Subitamente sentiram a presença de alguém e se recompuseram. Ela nadou até a borda da piscina e ajeitou os seios no biquíni. Ele esperou que o pênis esfriasse e o recolocou na sunga.

Num dos cômodos do hotel, com a janela semi-aberta, um casal observava aquela cena excitante da piscina. A chuva, os abraços e o ardente beijo do casal instigaram o recém casal numa nova aventura.

A idéia partiu dela. Iriam para o bar e tentar, de qualquer forma, conhecer o casal da piscina. Vestiram-se adequadamente para a noite e sentaram numa estratégica mesa, logo em frente à entrada principal.

No quarto trezentos e dois o casal ardente da piscina arrumava-se para a noite. Ela vestia um longo vestido, decote na frente e nas costas. Havia esguichado o perfume no meio dos fartos seios, pois sabia que o marido – Agora, ex. – era apaixonado por peitos e sempre, antes de qualquer outro movimento, enfiava o nariz no meio deles e por lá ficava um bom tempo. Ele ajeitou a gravata borboleta e esticou o braço para a mulher, convidando-a para descer.

Na mesa 3, o casal do quarto 302 esperava impaciente a chegada do exótico casal da piscina. Estavam na segunda garrafa de vinho quando um grupo musical subiu ao palco. O cantor apresentou os músicos e anunciou a primeira música. Os hóspedes do 303 entraram no bar ao som da música Just the way you are, de Barry White.

Quando avistaram o casal, os jovens, excitados, observavam sem receios o movimento dos estranhos. Notaram a elegância enquanto eles caminhavam procurando uma mesa vaga. Foi numa mesa, a 2, bem ao lado onde foram se acomodar. O homem puxou a cadeira, a mulher se sentou e cruzou as pernas, de forma charmosa e sensual. Depois, elegantemente, o homem retirou o paletó e apoiou-o numa das cadeiras, sentou-se ao lado da mulher.

A recém-casada havia pensado em tudo e empenhou-se com afinco as poucas horas que restavam até o jantar, para que aquela aproximação surtisse efeito. E o maitre, com o combinado, foi bastante solícito.

- Com licença. – Disse o maitre ao casal. – Essa garrafa de vinho é um presente dos recém-casados da mesa 3. – Continuou apontando em seguida o dedo para a mesa.

Depois de servidos, sustentaram as taças de cristal em mãos e acenaram para a mesa 3, em agradecimento. Todos os quatro sorriram e brindaram ao ar. Daquele momento em diante, o recém-casal parecia copiar cada detalhe da mesa ao lado. Pediram o mesmo prato, na entrada serviram-se de Spargeln Walliser Art, feito com aspargos de Bruchsal e no prato principal saborearam Ravióli di Formaggio al Pomodoro.

Quase no final do jantar, o casal da mesa 3 foi surpreendido também com uma garrafa de vinho. O maitre explicou que era um singelo agradecimento da mesa ao lado. A recém-casada não perdeu tempo e se aproximou.

- Olá! – Disse simpaticamente. – Meu nome é Letícia. Eu e meu marido, o Rogério, queríamos os convidar a nossa mesa.

Sem problemas, aceitaram o convite. Letícia apresentou o casal, Mauro e Sueli, para o marido e os quatro conversaram sobre variados assuntos entre várias taças de vinho. Eram três horas da matina quando Mauro e Sueli receberam outro convite. O bar estava fechando, Letícia chamou-os para subir, escutar músicas e esvaziar outras garrafas de vinho. Toparam.

A suíte era imensa, como a deles. Rogério, rapidamente, abriu uma garrafa de vinho e serviu as quatro taças. O som ambiente junto ao cheiro do incenso excitou o local.

Sueli iniciou uma dança leve no meio de todos e chamou Letícia balançando o dedo indicador. Os homens viraram a taça de vinho e se juntaram as mulheres. Alternavam os casais conforme emanavam as longas batidas da música. Foi Letícia que iniciou a brincadeira, depois de retirar a gravata de Mauro e desabotoar alguns botões da camisa, alisou o peito robusto dele. Rogério encorajou, abraçou Sueli por trás e agarrou com as duas mãos os seios, ela fechou os olhos. A dança continuava e se tornava cada vez mais erótica. Letícia ousou e retirou a roupa, ficando somente de calcinha e sutiã. Mauro desfez de vez da camisa, ela empurrou-o sobre o sofá e abaixou-lhe o zíper. Com destreza, retirou, de dentro das calças, o membro já ereto de Mauro. Passou a língua, Mauro fechou os olhos. Letícia alisava o pênis com devoção, passava-o entre os dedos e de vez enquanto encostava-o nos lábios. Sueli tirou a parte de cima da camisa e deixou os imensos e rosados seios para fora. Rogério tentou cair de boca, mas ela rapidamente agachou e retirou o pênis dele. Diferente de Letícia, Sueli caiu de boca e engoliu todo o membro. Rogério assustou, momentaneamente, com aquela destreza toda, depois relaxou.

Mauro não aguentou a provocação, forçou a cabeça de Letícia e ela abocanhou também o pênis dele. Sugava-o com vontade e numa sincronia perfeita alternava movimentos com as mãos. Mauro delirou quando olhou pro lado e viu que a esposa, já nua e, de pernas abertas em cima da mesa, masturbava-se enquanto Rogério retirava toda a roupa. Prestou de fazer o mesmo, retirou sem pressa a blusa de Letícia e, como de costume, fartou-se dos peitos, agora, da jovem moça, que pareciam duas peras.

Rogério penetrou de uma vez só todo o pênis na confortável e experiente vagina de Sueli. Ela berrou, arranhando-lhe as costas. Ele socava o pênis em movimentos cadenciados. Ela abraçou-o fortemente pelo pescoço e danaram-se a trocar salivas, misturando as línguas.

Mauro arrancou o que restava da roupa dela, jogou-a no sofá com facilidade e embrenhou-se nos pêlos loiros e recém depilados da púbis da jovem. Trocava saliva com o brando e quente mel que saia do âmago da moça. Foi a vez dela, agarra-lhe pelos cabelos e tentar, de uma forma inconsciente, enfiá-lo para o útero. Como um extremo apetite, Mauro, chupou-a como uma fruta.

Sueli afastou Rogério com as mãos e novamente se agachou. Pôs a cair de boca e cada vez mais ao fundo ela enfiava o pênis de Rogério. Somente naquele momento que Sueli percebeu como o pênis de era emaranhado de grossas veias. Sentiu também que o membro latejava. Depois de deixá-lo bem lubrificado, a experiente mulher postou-se de quatro. Nada precisou falar e, Rogério sabia o que fazer. Enfiou lentamente o pênis no ânus de Sueli, ela gemeu com certa dose de dor, e ele só parou quando não cabia mais. Sentiu as bolas encostando-se à mulher. Começou com movimentos vagarosos, mas ela pediu que ele batesse. Ele obedeceu e bateu. Ela pediu mais força e ele agiu. Os movimentos agora eram fortes, a mão ardia conforme tocavam as ancas da mulher. Ela pedia mais, mais.

Mauro novamente observou a esposa, os grandes seios balançavam, conforme Rogério a penetrava. Fez o mesmo, levantou a jovem e fez que ela cuspisse saliva em seu pênis. Num primeiro momento ela hesitou e se negou a fazê-lo, sabia o que estava por vir, nunca tivera feito aquilo. Mas ele insistiu e ela cuspiu bastante, lubrificou o máximo que pode. Depois se posicionou ao lado do casal que já praticava o ato. Mauro nem deixou que ela pensasse em desistir, penetrou-a de uma vez só, ela berrou e deixou escapar uma lágrima. Os movimentos de Mauro rapidamente alcançaram os de Rogério. Como maestros, regiam metricamente os movimentos. Elas seguiam um mesmo padrão de urros e gemidos. Sueli caçou com os dedos a vagina, sentia-a pingar, e no mesmo movimento que Rogério socava o ânus, esfregou o clitóris. Letícia não precisou, pois Rogério com o dedo acariciava o encorpado clitóris da jovem. Ela revirava os olhos e gemia.

Coincidentemente elas tiveram um longo orgasmo. Depois de aproveitá-lo ao máximo, os homens desvencilharam delas e novamente cederam os pênis para que elas os chupassem. Não durou muito para o êxtase alcançasse o ápice de ambos, o jorro do esperma foi divido entre as duas. De bocas abertas se lambuzaram, passando a gosma quente nos seios e pescoço. Terminaram dividindo o restante, num longo e ardente beijo.


P.S.: Por algum motivo, ñ consegui colocar o texto todo na mesma cor, desculpa-me.

Terça-feira, 14 de Julho de 2009

Greve de bigode


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Bigodes são legais, da Samba Club.
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Tomei um susto, porque no msn de um colega estava o nome do meu namo e "em greve de bi..."

Fui ler, achei que meu namo havia tirado o 'meu' bigode lindo...

Mas ñ eh ele, eh um xarah dele e ñ eh que tiraram, eh que ñ tiram enquanto Sarney puder exibir o dele 'fagueiramente' por onde bem entender.

Adorei o blog: Tirem o bigode.

Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Dia do rrrock!!!


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Carnaval em Sabarah eh o rock! (Na foto 'a banda Kiss', minha irmã e eu -de verde-.)
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I wanna rock 'n roll all day and party every night, ao contrário da Kiss.

E assim... "Quem pode, pode..." Quem ñ pode, ñ enche o saco!

Ia programar este post para 13 de julho, quando me dei conta de que jah eh o dia!

Eu Cravo,

vc todo. Dentes, língua, pêlos, todos os membros, sangue, suor e lágrimas à flor da minha pele.


(Eh que vi Estômago hah pouco.)

Sábado, 11 de Julho de 2009

O homem que sonhava fotografia

Hoje tem outra exibição do filme do Tião Xarah na Stael, que fica na Rua Sete, no Centro.

Parece que às oito horas. E ñ eh soh o filme. Tem música, fotografia, moda, música...

; )

P.S.: Teria. Como diz o próprio Tião... A sessão furou(...).

Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Metamorfose ambulante*


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Imagem: "e a minha eh privilegiada", colagem minha.
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* Eu faço questão de ser.

P.S.: Ia parar por ali, mas resolvi falar.

Eh meio perigosinho isso de 'metamorfose ambulante'. Nego pode justificar incoerências insalubres, pode enfraquecer qualquer coisa que o sustente.

Mas pode ser uma coisa de ñ ter medo de admitir erros, opiniões equivocadas. Pode estar muito ligado a ser disposto a aprender e aberto ao novo.

; )

Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Sereia (ou: Infame, eu sei II):

ñ serei-o.

Domingo, 5 de Julho de 2009

Em tempo!!!

Ñ divulguei, mas prestigiei e recomendo demais:

Primeira virada cultural -no Teatro Galpão. Teatro, música, comidinhas, bebidinhas, brechoh e sebo!-.

Mais detalhes no Teatro Capixaba.

P.S.: Sábado dia 11, coisa parecida na Stael (rua Sete, Centro)*, com exibição do filme 'O homem que sonhava fotografia', de Tião Xarah.

*Falo de Vitória -ES; câmbio e desligo.

Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Wally*


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Imagem: "O amor estah na água", foto minha.
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Um monte de trocadilho com o título junto com o que me inspirou o post. Aih assim eh melhor ñ lançar nenhum.

Aih pensei em outra edição do concurso, mas ñ. Soh se vc quiser.

(Fui pegar o linque da edição mais recente do concurso -digo, promoção, huahuahah...- e aih a imagem que estah lah eh de coração e água, também! Adoro.)

*Achou? (O coração.?)

P.S.: Minha querida Quieta disse que ñ entendeu o post, mas que gostou. Eu expliquei que dentro de Wally tem 'all' e 'aly' e que 'diz que' a gente vê o que tem em si, ou seja: 'aqui'. E que não sabia juntar essas idéias. E ela, rapidinho: "(aly) Tah tudo ali (All) junto e misturado". Depois diz que ñ tem habilidade, eh boa vontade. Eu disse que então eh 'all'; tudo junto, misturado. (E ela viu o coração rapidinho!)

Domingo, 28 de Junho de 2009

Orgulho por que?


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Imagem: colagem minha (na foto, Angus Young!!!!).
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Ñ entendo isso de ter orgulho de uma coisa na qual vc 'ñ tem parte'. Ñ me orgulho da minha orientação sexual... Eu simplesmente nasci com ela! Me orgulho eh de nunca ter tido cárie.

E se ainda existe um 'Dia do orgulho gay' (negro, Dia da Mulher...) eh porque estamos longe de um mundo assumidamente plural. Pena.

Tah, enquanto isso ñ acontece, eu tinha era que me comunicar com algum 'militante' pra falar do meu projeto dos beijoqueiros... Jah rolou uma coisa assim por aih? Se rolou, deviam repetir sempre e sempre!

P.S.: Isto estava escrito hah um tempo, ñ tenho mais tanta certeza de que nasci hetero, mas acho mesmo que sim. Então o negócio continua essencialmente na mesma,pra mim: orgulho da orientação sexual me parece descabido. Mas de se assumir qualquer coisa que não hetero, pode ser.

Porque eita mundinho perverso da p.!

Outra: eu me comuniquei com diversas pessoas que lutam contra a homofobia e ninguém me respondeu...

Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

Com muito prazer.


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Imagem: colagem minha.
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Ai que delícia! Tava achando que tinha brochado pros meus contos, mas não! Adorei escrever isto, tomara vc também goste. Alguma coisa estranha -na linguagem- eh intencional, além de natural. O jeito dele também ficou diferente, eu achei. E gostei, como jah disse.

Isso posto...:

Fizeram 25 anos de casados. O sexo sempre fora bom, acontecia mesmo quando brigados; depois, cada um para um lado. Mas nenhuma aventura. Até que ela a sonhou.
Las Vegas, um hotel enorme, repleto de pessoas dos mais variados tipos.
Chegaram de dia, passearam pela cidade. À noite, o cassino. Muita gente elegante. Homens, sobretudo.
Deram uma volta no lugar, ela avistou uma mesa cheia de homens e sem quase mulher alguma em volta. Se encostaram, observando a movimentação da mesa. Os homens a olhavam bastante. Discretamente, mas sempre. Um convidou o marido dela. Ele sentou, ela em pé. Conversaram, foram apresentados a mais alguns ali. De vez em quando a mão gesticulava mais um pouquinho e lhe tocava o peito sem querer -'Desculpe, senhora', olhar e 'cumprimento' ao marido...-, o quadril, a bunda...
Um convite para uma festa. Levantou quase a mesa inteira. Só homens. Foram. A porta de um quarto luxuosíssimo se abriu e o que mais se viu foi pele.
Mas a festa acontecia naturalmente em meio daquilo. Sim, a festa em meio a sexo; não o contrário.
Circularam, dançaram, sentaram num lugar mais vazio. Dois homens passavam quando ela se levantou e dançava sensual e calmamente na frente do marido, mas de olhos fechados. Eles voltaram, perguntaram com a cabeça se podiam chegar perto, o marido assentiu.
De repente quatro mãos a tocavam e ela não se assustou. Continuou dançando de olhos fechados. Não os tocava, mas a si, como se eles não estivessem ali.
O homem que os convidara passou e se juntou. O marido também. Ela subiu na mesinha de centro para em seguida se ver deitada nela, sendo despida por tantas mãos, mas com cuidado, sem pressa.
Experimentou sensações que não sabia existir quando teve um homem lhe chupando um peito, outro outro, outro a buceta, outro ora lambendo seus lábios, beijando-os, ora roçando o pau na boca dela. E muitas mãos alisando-a, apalpando-a, arranhando-a de leve, puxando-a, lhe dando uns tapas, uns apertões... Nenhum pau dentro dela.
Até seu marido afastar todos aqueles homens e meter com força e precisão, sem nem usar as mãos. Meteu muito, observado(s) cada hora por algum grupo de pessoas. Nunca menos de três. A quantidade de expectadores teve pico quando ele lambeu a única parte que não havia sido lambida pelos outros e meteu lá lubrificando com a baba dele e dela.
Ela tomava no cu e ria.

Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

Re s piro


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Imagem: Reciprocidade, colagem minha (ñ tenho certeza se ñ a postei aqui antes...).
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Me senti sufocada e fui te dar uma fungada.

(huahuahuahauh, eu sei que tah bobinho. Mas eu gostei. E dar umas fungadas pode ser eh revigorante, fala aih?!)

P.S.: Procurei e achei.: a imagem acima jah havia sido publicada nesta postagem. Mas acho que vai continuar aih...

Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Baba girl*


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Imagem: 'Or not', colagem minha.
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Depende do que se entenda por 'being a girl' para se gostar de sê-lo 'or not'.

(O que eu entendo eh bem mais legal que gostar de rosa, rah!)

*Prefiro a (ser) Barbie (Girl).

Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

Recessivo*


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P.S.: A imagem eh do cartaz do filme "O homem que sonhava fotografia", de Tião Xára, que estréia de 26/06 no Cine Metrópolis em Vitória - ES
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Hoje estréia o filme 'Loki', sobre Arnaldo Batista.

Aih deu vontade de lincar este texto da Jô (ñ deixa de ver o vídeo do post!!!), porque ele me fez pensar.

Principalmente porque às vezes falo, posto trem que ñ penso, soh para provocar.

Tipo o título do post que a inspirou ("Eh melhor ñ ser um normal"). O negócio eh que normal pra mim eh uma coisa, pra vc, deve ser outra.

Agora, ñ me furto a dizer: Eu, euzinha... Costumo preferir ñ ser uma comum. (Então,) Num mundo em que uma ínfima parcela da população recicla o lixo, em que a cada sei quantos segundos alguém sofre violência sexual ou de diversos outros tipos... Em que a maioria gosta de umas músicas, filmes, livros que são verdadeiros desserviços...

Prefiro ñ ser um comum, pode saber.

*Provocaçãozinha, tb. Com um post jah na boca ponta da língua. Se habilita a palpitar mais ou menos o tema ou a linha do negócio?

P.S.: Hoje eh, também, aniversário de Claclah, uma louca querida.

Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

(Infame, eu sei.)

Ñ sei ser precisa quando mais preciso.

Segunda-feira, 15 de Junho de 2009

Vale ouro


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Imagem: "Quanto vale o show", de Rogério Puhl/ Camiseteria
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Achado musical -valiosíssimo- do Festival de jazz e blues de Rio das Ostras: Jefferson Gonçalves.

P.S.: O Quinteto Pau Brasil também eh lindo.

Domingo, 7 de Junho de 2009

Vamo beijar!


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Imagem: "Eles soh pensam em beijar...", colagem minha. E soh imagens 'hétero' porque esta eh a (triiisteeee) realidade.
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Ontem meu namo falou de um casal gay abraçadinho; a gente fica indignado de ver que soh ficam nisso, não se beijam, tal.

E eu falei -um trem que sempre falo e repeti; repito de novo- que se eu fosse ativista gay, eu marcaria num dia qualquer um 'Hora do beijo'. Todo mundo dando 'balaço' nas faxias de pedestre mundo afora no mesmo horário (nossa, nego pode achar que estou discriminando o povo 'do campo', do jeito que as coisas andam...).

Ia deixar isto pra outra hora, mas esta foto linda que acabei de ver no PD mexeu com os meus ânimos (hauhauhauh)...

Infelizmente (mentira! graças a deus, huahuahauhah) ñ deu pra postar isto assim que escrevi, posto agorinha, hein...

"Foi."

P.S.: Nuns lugarzinhos aih, andam rindinho muito de 'héteros', desdenhando, tal. Ñ eh por aih. Mesmo.

Sábado, 6 de Junho de 2009

Eh melhor não ser um normal*


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Imagem: "Eu sou feliz", foto minha (soh pq todo mundo ficou me chamando de "Tarso", quando fiz isso -num churrasco na beira da praia; um frriiiooo...-).
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Outro dia sonhei com um amigo ativista da luta antimanicomial. Ontem comprei uma revista (ia ler na internet, mas eh dum empresona, na certa ela ia dar gostinho e depois me mandar pruma página dizendo que 'dali por diante, soh assinante'.) com o Ferreira Goulart na capa dizendo que internar um filho eh difícil.

A discussão tah em voga por conta da novela da Índia, neh?! Whatever.

Am... Soh sei que um dia eu e uma amiga nos deparamos com uma passeata dessas -antimanicomial- e dissemos, 'de pronto': "Rum, um doido pode adoecer toda uma casa, desestruturar uma família!"

Pode ser enriquecedor, também. Pode ser enriquecedor e enlouquecedor simultaneamente.

O negócio eh que sim, hah casos em que a internação definitiva eh a melhor solução -pra todos-.

(Não vou me alongar nisso, mas o assunto eh seríssimo. As políticas públicas de saúde psiquiátrica são caquéticas e afetam a mim e a você.)

*Nem normatizar tudo.

P.S.: Dah uma olhada neste linque (do filme Loki, sobre Arnaldo Batista).

Sexta-feira, 5 de Junho de 2009

Dia do meio ambiente...


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Imagem: "E gente acordar"*,colagem montagem minha (Vc sabe... Passei a me apegar às imagens e agora eh td montagem. Mas ñ vou mudar a 'tag' lah embaixo nos 'marcadores').
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A situação tah 'meio' triste...


*Porque essa conversinha de que se ñ se cobrar postura das grandes empresas, ñ adianta a gente fazer a nossa parte... comigo ñ cola.

Terça-feira, 2 de Junho de 2009

Indignação digna


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Imagem: "Sou minha", colagem minha.
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Post a la Don Oleari.

Minha irmã me encaminhou o seguinte email:

Gabriela Leite
Prostituta aposentada, criadora da grife Daspu e fundadora da Ong Davida

Segunda-feira, dia dois de junho, é o Dia Internacional da Prostituta. (Euzinha: segunda dia primeiro ou terça dia dois?) A data lembra quando 150 mulheres ocuparam a igreja de Saint-Nizier, em Lyon, na França, em 1975, para protestar contra a perseguição policial, a cobrança de multas, detenções e assassinatos. A manifestação foi reprimida com violência pela polícia.

A coragem em apresentar os problemas fez com que aquelas mulheres rompessem preconceitos e entrassem para a história.

A realidade das prostitutas brasileiras não está distante disso.

Gabriela Leite foi prostituta em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro nos anos 70 e 80. Nesse período, se envolveu em manifestações para defender os direitos da categoria. Atualmente, aposentada, dedica-se a defender a categoria e a regulamentação da profissão.

A Ong Davida, fundada por ela em 1992, não tem a intenção de tirar as prostitutas da rua, mas promover a cidadania das mulheres, com ações nas áreas de educação, saúde, comunicação e cultura. A grife Daspu, inaugurada em 2005, ajuda nessa missão gerando visibilidade e recursos para os projetos.

Participam como convidados entrevistadores:
Margareth Rago, professora titular do Departamento de História da Unicamp e autora do livro "Os Prazeres da Noite: Prostituição e Códigos de Sexualidade Feminina em São Paulo (1890 A 1930); Kátia Mello, editora de comportamento da revista Época; Sergio Torres, repórter da sucursal do Rio de Janeiro do jornal Folha de S. Paulo; Carla Gullo, redatora chefe da revista Marie Clarie.
Twitters no estúdio: Michele Fortuna, publicitária (http://twitter.com/MiFortuna)
; Caco Portela, designer e publicitário (http://twitter.com/cacoportela); Célia Paiva, produtora (http://twitter.com/minkalia)
Fotógrafo convidado: Marco Gomes, programador (http://www.flickr.com/photos/marcogomes/)


Apresentação: Heródoto Barbeiro


Transmissão ao vivo pela Internet a partir das 17:30.


O Roda Viva é apresentado às segundas a partir das 22h10.
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.
http://www2.tvcultura.com.br/rodaviva

Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

"Prazer, Nagib."



A ilustração eh uma cena do casamento de Nagib e Gabriela p/ uma edição do livro ou pro filme, ñ sei.

(Mas o que eh aquilo vermelho 'bem ali'?)

Noh sem ponto

Sabe quando dah uma confusão danada mas vc ñ entende 'o ponto'? Então.

Domingo, 31 de Maio de 2009

Lerê


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Imagem: "Quem monta em quem", colagem minha.
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Que vc ñ se submete a trabalhar feito burro de carga; aih eh que estah fazendo corpo mole, se aproveitando da boa vontade do seu patrão, tadinho!

Ou eh incopentência, falta de profissionalismo.

Sei.

Terça-feira, 26 de Maio de 2009

Eu... ñ vou perder!


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Imagem: fotinha sem vergonha tirada por mim. Rola um desconto por ter sido no escuro, tirada de um celular, que eu sei! (Em cima da mesinha, um cd da Big Bat.)
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Dia 30 agora tem um super-híper-mega-ultra-maxi-uber show da magnífica Big Bat Blues Band no Freud Bar, em Belo Horizonte (um bar no meio do mato, que o Cirque Du Soleil escolheu para abrigar sua festa quando esteve por aquelas bandas).

O frio dah um charme, uma delícia a mais!!!, ieba!

P.S.: Mr. Oleari recomendou o show lah no 'blogui' dele.

Perdão caros leitores, inclusive do caro Don. O show foi cancelado. Pela banda.

Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Teoria,:

quando aplicar?.

Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Let's recycle!!!


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Imagem: 'Cavalo errado'*, colagem minha. Nela lê-se: "Tudo parece indicar que não vão se dar bem. São considerados o grupo mais feio da Grã-Bretanha. Não são bem-vistos por parte dos pais nem pelos irmãos mais velhos." (Daily Mirror, sobre os Rolling Stones, em 1965)
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Aih isso de ecologia, tal.

Estão falando muito de fazer xixi no banho (linque fofo). Façamos. Mas mirando o ralo, señ fica fedorento e ateh mancha a louça do banheiro!

E nego falando que ñ acredita no poder da postura formiguística. Meu deus, como pode??? Tem que cobrar ações dos governos, empresas, dos gigantes, tal. Mas empilha as formiguinhas, pra ver. Eu acho que tem que ser muito limitadinho pra ñ visualizar, reconhecer o poder das pequenas ações. Fora que entre cobrar e também fazer o que quer que façam; definitivamente a segunda opção eh mais inteligente, prática, eficaz.

(E quem ñ acredita que reflorestar eh uma realidade, estah muito mal informado. E nunca deve ter -tido o privilégio de ter- ouvido falar no Fukuoca e suas 'bombas-semente'.)

Então.: Bora diminuir o consumo, reciclar o lixo, as roupas, sapatos, etc; desligar a torneira ao se ensaboar, desembaraçar o cabelo, escovar os dentes...; dispensar sacolas plásticas sempre que possível -e eh muito mais que vc imagina-; usar tonalizante ou henna no lugar da tintura definitiva; jogar o lixo na lixeira; usar menos o carro; usar produtos de limpeza mais baratos, menos agressivos e mais eficientes como vinagre, limão etc -ñ vou mais dar linque p as receitas dos produtos. Tah cheio delas na internet, te vira!-; usar galões dos maiores -que são retornáveis- se se compra água mineral; usar balde e ñ mangueira para lavar carro; limpar calçada com vassoura!!!, dispensar pilhas e baterias velhas em lugares apropriados (o banco Real tem 'papa-pilhas)...

Hah muito em nosso poder, usemo-lo!!!

(Eu fui maaais uma vez, huahuahauh Tô lah no 'Hoje eu vou assim - off' pq aumentei a vida útil de duas blusas de que gosto muito com idéias muito, muito simples e baratas.)

*Quem aposta que pequenas ações ñ fazem diferença para o planeta, tah fazendo que nem o povo do Daily Mirror, pode saber.

Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

Advirto*

*Que posso ñ advinhar...:

Ñ me tape os olhos quando ñ estah preparado para que eu diga ternamente -ou entre dentes, mordendo os lábios-, um nome que ñ o seu.

Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Homofobia não!

Ish, nem sabia... Aih passei na frente da Assembléia Legislativa e tinha lah um tapetão de arco-íris na escadaria principal e um carro de som lah com música -ñ de protesto- e um cartaz: "Dia da luta contra a homofobia."

Engraçado que antes disso, mamãe me chamou para ver um comercial em que dois alemães conversam. Um deles dizia que eles eram muito 'rigorrosas'; o outro: "Vc pode ser rigorrosa, mas eu sou rigorroso, msm."

Eu ri e disse: "Nego vai chiar, dizer que eh homofóbica."

Que que vc acha? Eh homofóbica?

Domingo, 17 de Maio de 2009

Maneh*


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Imagem: 'Fica esperto!", colagem minha.
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Linque para Bukowski em quadrinhos? Quero ver!!! (Que conste que nem sou fã -ainda, pelo menos-.)

Aih tem lah uma breve biografia do cara e tah assim: "Filho de um soldado americano e uma alemã."

Perdi o linque, aih procurando mais, achei uma outra biografia breve e tava assim: "Filho de um soldado."

E tem quem diga que ñ!, ñ existe machismo, huahuahuahuah... (Rir pra ñ arrancar os cabelos -meus e deles-.)

Em tempo: eh tão, mais tão forte, isso de desmerecer a mulher, que mesmo a minha mãe, que trabalha muito, acha que nunca trabalhou na vida. Mas se fosse ser remunerada pelas diversas funções que exerce, sua féria seria eh polpuda.

Fo-da!

*"Can you find the subliminal message in this advertisement(, MANEH)?"

Sexta-feira, 15 de Maio de 2009

Ante-nada*


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Imagem: "Carmem Rocks", de Will Murai e Guilherme Marconi.
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*Isso eh do Gazu -num comentário no post anterior a este.

Ontem e hoje, a homenageada eh Carmem Miranda, no Teatro do SESI; amanhã, Sérgio Sampaio, na Barra do Jucu. (Confira direitinho no Dom Oleari -os linques são pra lah.)

Falo de Vitória - ES; câmbio e desligo.

P.S.: Tinha esquecido desses saites que vendem blusas legais; mas eu gosto muito da marca capixaba Samba Club e da Nonsense, além da Camiseteria (a imagem eh de uma camisa de lah).

Ah eh, antenado eh o Oleari; o cardápio de lah estah eh farto, vale olhar.