quarta-feira, 15 de julho de 2009

Mais que amigável

Comecei a escrever este conto e deu nesse. Qualquer coincidência, eh isso. Daih meu querido Bento Benigno topou uma parceria, o conto ficou assim (parte 'normal' minha; em itálico, dele):

Acabaram de se divorciar. Uma separação amigável, ambos se respeitando, se admirando, tranquilos. O sexo sempre fora bom. Acontecia mesmo quando brigados, depois, cada um para um lado.

Resolveram que teria a despedida.

Foram para Acapulco, um lugar que conheceram em tempos de vacas menos gordas e se divertiram muito. Ficaram no hotel que gostariam de ter ficado naquela época. Era bem grande, destes de onde os hóspedes não costumam sair muito.

Chegaram à noite, tomaram uma tequila alegremente para brindar aquele momento, dormiram. Cada um pro seu lado.

Amanheceu um belo dia, foram para a praia. Ela de maiô, lenço, chapelão, óculos. Ele não menos charmoso de chapéu, blusa listrada, óculos bem escuros, bermuda, chinelo de couro, jornal na mão.

Ela se alongou e correu para o mar. Saltou duas pequenas ondas e mergulhou fundo. Ele observou cada passo da mulher – agora ex – Notou que, apesar de todos aqueles anos e a pele não mais tão firme, a mulher mantinha-se puro charme.

Depois de balançar os cabelos molhados e escapar do mar, ela cruzou a areia molhada em meio uma grande ventania. Ele, com a toalha estendida, esperou que ela se aproximasse e a envolveu num abraço tranquilo. Ela agradeceu. Depois de uma rodada de bebidas exóticas e um silêncio por ambas as partes, resolveram voltar para as dependências do hotel.

Foram para a área da piscina. Ela tomou uma boa ducha de água doce e pulou com agilidade na piscina. O tempo, naquele instante, já havia mudado completamente. Nuvens negras preencheram o céu e os poucos hóspedes que frequentavam a piscina foram deixando o local. Quando perceberam, já estavam a sós.

Uma chuva desabou de repente. Ela, ainda dentro da piscina, pediu que ele também entrasse. – Está quentinho. – Disse ela. – Logo, ele pulou. Divertiram-se. Ficaram aos abraços e consequentemente se beijaram, num longo e molhado beijo. Ela abaixou salientemente a parte de cima do biquíni e ele preencheu com uma das mãos os seios da mulher. Sugou com força, ela gemeu alto e, no mesmo momento, apertou com bastante força o pênis ereto dele. Aproveitaram o som estrondoso dos trovões e gemiam à vontade nas trocas de carícias. Ele enfiou a mão entre as pernas da mulher e masturbou-a. Com anos de casados, ele sabia muito bem como fazer e ela o retribuia esfregando freneticamente os peitos na cara dele.

Subitamente sentiram a presença de alguém e se recompuseram. Ela nadou até a borda da piscina e ajeitou os seios no biquíni. Ele esperou que o pênis esfriasse e o recolocou na sunga.

Num dos cômodos do hotel, com a janela semi-aberta, um casal observava aquela cena excitante da piscina. A chuva, os abraços e o ardente beijo do casal instigaram o recém casal numa nova aventura.

A idéia partiu dela. Iriam para o bar e tentar, de qualquer forma, conhecer o casal da piscina. Vestiram-se adequadamente para a noite e sentaram numa estratégica mesa, logo em frente à entrada principal.

No quarto trezentos e dois o casal ardente da piscina arrumava-se para a noite. Ela vestia um longo vestido, decote na frente e nas costas. Havia esguichado o perfume no meio dos fartos seios, pois sabia que o marido – Agora, ex. – era apaixonado por peitos e sempre, antes de qualquer outro movimento, enfiava o nariz no meio deles e por lá ficava um bom tempo. Ele ajeitou a gravata borboleta e esticou o braço para a mulher, convidando-a para descer.

Na mesa 3, o casal do quarto 302 esperava impaciente a chegada do exótico casal da piscina. Estavam na segunda garrafa de vinho quando um grupo musical subiu ao palco. O cantor apresentou os músicos e anunciou a primeira música. Os hóspedes do 303 entraram no bar ao som da música Just the way you are, de Barry White.

Quando avistaram o casal, os jovens, excitados, observavam sem receios o movimento dos estranhos. Notaram a elegância enquanto eles caminhavam procurando uma mesa vaga. Foi numa mesa, a 2, bem ao lado onde foram se acomodar. O homem puxou a cadeira, a mulher se sentou e cruzou as pernas, de forma charmosa e sensual. Depois, elegantemente, o homem retirou o paletó e apoiou-o numa das cadeiras, sentou-se ao lado da mulher.

A recém-casada havia pensado em tudo e empenhou-se com afinco as poucas horas que restavam até o jantar, para que aquela aproximação surtisse efeito. E o maitre, com o combinado, foi bastante solícito.

- Com licença. – Disse o maitre ao casal. – Essa garrafa de vinho é um presente dos recém-casados da mesa 3. – Continuou apontando em seguida o dedo para a mesa.

Depois de servidos, sustentaram as taças de cristal em mãos e acenaram para a mesa 3, em agradecimento. Todos os quatro sorriram e brindaram ao ar. Daquele momento em diante, o recém-casal parecia copiar cada detalhe da mesa ao lado. Pediram o mesmo prato, na entrada serviram-se de Spargeln Walliser Art, feito com aspargos de Bruchsal e no prato principal saborearam Ravióli di Formaggio al Pomodoro.

Quase no final do jantar, o casal da mesa 3 foi surpreendido também com uma garrafa de vinho. O maitre explicou que era um singelo agradecimento da mesa ao lado. A recém-casada não perdeu tempo e se aproximou.

- Olá! – Disse simpaticamente. – Meu nome é Letícia. Eu e meu marido, o Rogério, queríamos os convidar a nossa mesa.

Sem problemas, aceitaram o convite. Letícia apresentou o casal, Mauro e Sueli, para o marido e os quatro conversaram sobre variados assuntos entre várias taças de vinho. Eram três horas da matina quando Mauro e Sueli receberam outro convite. O bar estava fechando, Letícia chamou-os para subir, escutar músicas e esvaziar outras garrafas de vinho. Toparam.

A suíte era imensa, como a deles. Rogério, rapidamente, abriu uma garrafa de vinho e serviu as quatro taças. O som ambiente junto ao cheiro do incenso excitou o local.

Sueli iniciou uma dança leve no meio de todos e chamou Letícia balançando o dedo indicador. Os homens viraram a taça de vinho e se juntaram as mulheres. Alternavam os casais conforme emanavam as longas batidas da música. Foi Letícia que iniciou a brincadeira, depois de retirar a gravata de Mauro e desabotoar alguns botões da camisa, alisou o peito robusto dele. Rogério encorajou, abraçou Sueli por trás e agarrou com as duas mãos os seios, ela fechou os olhos. A dança continuava e se tornava cada vez mais erótica. Letícia ousou e retirou a roupa, ficando somente de calcinha e sutiã. Mauro desfez de vez da camisa, ela empurrou-o sobre o sofá e abaixou-lhe o zíper. Com destreza, retirou, de dentro das calças, o membro já ereto de Mauro. Passou a língua, Mauro fechou os olhos. Letícia alisava o pênis com devoção, passava-o entre os dedos e de vez enquanto encostava-o nos lábios. Sueli tirou a parte de cima da camisa e deixou os imensos e rosados seios para fora. Rogério tentou cair de boca, mas ela rapidamente agachou e retirou o pênis dele. Diferente de Letícia, Sueli caiu de boca e engoliu todo o membro. Rogério assustou, momentaneamente, com aquela destreza toda, depois relaxou.

Mauro não aguentou a provocação, forçou a cabeça de Letícia e ela abocanhou também o pênis dele. Sugava-o com vontade e numa sincronia perfeita alternava movimentos com as mãos. Mauro delirou quando olhou pro lado e viu que a esposa, já nua e, de pernas abertas em cima da mesa, masturbava-se enquanto Rogério retirava toda a roupa. Prestou de fazer o mesmo, retirou sem pressa a blusa de Letícia e, como de costume, fartou-se dos peitos, agora, da jovem moça, que pareciam duas peras.

Rogério penetrou de uma vez só todo o pênis na confortável e experiente vagina de Sueli. Ela berrou, arranhando-lhe as costas. Ele socava o pênis em movimentos cadenciados. Ela abraçou-o fortemente pelo pescoço e danaram-se a trocar salivas, misturando as línguas.

Mauro arrancou o que restava da roupa dela, jogou-a no sofá com facilidade e embrenhou-se nos pêlos loiros e recém depilados da púbis da jovem. Trocava saliva com o brando e quente mel que saia do âmago da moça. Foi a vez dela, agarra-lhe pelos cabelos e tentar, de uma forma inconsciente, enfiá-lo para o útero. Como um extremo apetite, Mauro, chupou-a como uma fruta.

Sueli afastou Rogério com as mãos e novamente se agachou. Pôs a cair de boca e cada vez mais ao fundo ela enfiava o pênis de Rogério. Somente naquele momento que Sueli percebeu como o pênis de era emaranhado de grossas veias. Sentiu também que o membro latejava. Depois de deixá-lo bem lubrificado, a experiente mulher postou-se de quatro. Nada precisou falar e, Rogério sabia o que fazer. Enfiou lentamente o pênis no ânus de Sueli, ela gemeu com certa dose de dor, e ele só parou quando não cabia mais. Sentiu as bolas encostando-se à mulher. Começou com movimentos vagarosos, mas ela pediu que ele batesse. Ele obedeceu e bateu. Ela pediu mais força e ele agiu. Os movimentos agora eram fortes, a mão ardia conforme tocavam as ancas da mulher. Ela pedia mais, mais.

Mauro novamente observou a esposa, os grandes seios balançavam, conforme Rogério a penetrava. Fez o mesmo, levantou a jovem e fez que ela cuspisse saliva em seu pênis. Num primeiro momento ela hesitou e se negou a fazê-lo, sabia o que estava por vir, nunca tivera feito aquilo. Mas ele insistiu e ela cuspiu bastante, lubrificou o máximo que pode. Depois se posicionou ao lado do casal que já praticava o ato. Mauro nem deixou que ela pensasse em desistir, penetrou-a de uma vez só, ela berrou e deixou escapar uma lágrima. Os movimentos de Mauro rapidamente alcançaram os de Rogério. Como maestros, regiam metricamente os movimentos. Elas seguiam um mesmo padrão de urros e gemidos. Sueli caçou com os dedos a vagina, sentia-a pingar, e no mesmo movimento que Rogério socava o ânus, esfregou o clitóris. Letícia não precisou, pois Rogério com o dedo acariciava o encorpado clitóris da jovem. Ela revirava os olhos e gemia.

Coincidentemente elas tiveram um longo orgasmo. Depois de aproveitá-lo ao máximo, os homens desvencilharam delas e novamente cederam os pênis para que elas os chupassem. Não durou muito para o êxtase alcançasse o ápice de ambos, o jorro do esperma foi divido entre as duas. De bocas abertas se lambuzaram, passando a gosma quente nos seios e pescoço. Terminaram dividindo o restante, num longo e ardente beijo.

P.S.: Por algum motivo, ñ consegui colocar o texto todo na mesma cor, desculpa-me.

Outra: coloquei uma foto na postagem 'Homofobia não!". Tirei hoje.

3 Borbolha(s):

Sergio disse...

Que orgia saudável!

Não pederia terminar assim?

E ficaram amigos para sempre.

calcinhavermelha disse...

Como sempre, adorei!
Essa menina, caramba, é boa!

Gabriela Galvão disse...

Neh?! Eh msm, Serjão. "E foram amigos para sempre", hauhauahauh


Desta vz os louros ñ são soh meus!