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Imagem: "Eu sou feliz", foto minha (soh pq todo mundo ficou me chamando de "Tarso", quando fiz isso -num churrasco na beira da praia; um frriiiooo...-).
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Outro dia sonhei com um amigo ativista da luta antimanicomial. Ontem comprei uma revista (ia ler na internet, mas eh dum empresona, na certa ela ia dar gostinho e depois me mandar pruma página dizendo que 'dali por diante, soh assinante'.) com o Ferreira Goulart na capa dizendo que internar um filho eh difícil.
A discussão tah em voga por conta da novela da Índia, neh?! Whatever.
Am... Soh sei que um dia eu e uma amiga nos deparamos com uma passeata dessas -antimanicomial- e dissemos, 'de pronto': "Rum, um doido pode adoecer toda uma casa, desestruturar uma família!"
Pode ser enriquecedor, também. Pode ser enriquecedor e enlouquecedor simultaneamente.
O negócio eh que sim, hah casos em que a internação definitiva eh a melhor solução -pra todos-.
(Não vou me alongar nisso, mas o assunto eh seríssimo. As políticas públicas de saúde psiquiátrica são caquéticas e afetam a mim e a você.)
*Nem normatizar tudo.
P.S.: Dah uma olhada neste linque (do filme Loki, sobre Arnaldo Batista).
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Outro dia sonhei com um amigo ativista da luta antimanicomial. Ontem comprei uma revista (ia ler na internet, mas eh dum empresona, na certa ela ia dar gostinho e depois me mandar pruma página dizendo que 'dali por diante, soh assinante'.) com o Ferreira Goulart na capa dizendo que internar um filho eh difícil.
A discussão tah em voga por conta da novela da Índia, neh?! Whatever.
Am... Soh sei que um dia eu e uma amiga nos deparamos com uma passeata dessas -antimanicomial- e dissemos, 'de pronto': "Rum, um doido pode adoecer toda uma casa, desestruturar uma família!"
Pode ser enriquecedor, também. Pode ser enriquecedor e enlouquecedor simultaneamente.
O negócio eh que sim, hah casos em que a internação definitiva eh a melhor solução -pra todos-.
(Não vou me alongar nisso, mas o assunto eh seríssimo. As políticas públicas de saúde psiquiátrica são caquéticas e afetam a mim e a você.)
*Nem normatizar tudo.
P.S.: Dah uma olhada neste linque (do filme Loki, sobre Arnaldo Batista).


10 Borbolha(s):
Je t'adore, Serjão!!!! Bisous
"...no qual o
pensamento em desordem reflui diante das descargas invasoras da matéria
e no qual pensar já não é consumir-se
e nem sequer é
e no qual nada mais resta senão juntar pedaços do corpo, ou seja,
ACUMULAR CORPOS."
Excerto de um texto de Antonin Artaud sobre Van Gogh, com o título de "Suicidados pela sociedade", do livro "Escritos de um Louco"
pois é pois é pois é... tem gente q lê isso. Pra que normatizar a lógica do normal?!
rs
bisous
Caralho prece excerto aih!!!, valeu!
..Me prometeram uma estrela, que nunca veio, não fosse uma que vejo pela janela a cada noite de espera, acho que sem dono e a pego como minha, acredito teria já enlouquecido....
Jaqueline me Chame Onassis, traga-me as pérolas...Linda
"Mais louco eh qm me diz...". Bisous, cherrizona!!!!!!!!!!!
Menina, me bateu uma 'sodade' tua, hoje, agorinha... Então ver essa declaraçãozinha assim, no melhor dos sentidos, gratuita. Me deixou de ego rijo. E ego mesmo, viste?, só brinquei pq brinco, naturalmente.
Bjo!
Ah, sobre a foto. Era com isso q ia zoar:
Vamos assaltar um banco?
Ñ tem mais trem pagador? Mais legal e glamuroso, huahuahuahauah
(Falar nisso, falei d vc outro dia c orgulho q sua mãe foi namo do Rinald Biggs -ñ eh isso, msm?-)
Bisous
Não, mas compreeensível a confusão. Minha mãe namorou José Cândido de Carvalho - o escritor d'O Coronel e o Lobizomem, tipo nos 80's. Já o Ronald Biggs, uma coisa mais marginal, coisa e tal, foi a mãe de um amigo meu, lá nos 70's. Isso tá num texto do SSônico, onde faço uma espécie de regressão ao passado "secho, droga e roquenrou" - não necessariamente nessa ordi.
Bejo!
Oie!!
Vim te ver através da Fera Felina sou a Xana do http:1001noitesdemalicia.blogspot.com/
Olha só eu sou psicóloga( apesar de não expor meu nome e rosto na net) e achei que sua opinião foi muito bem colocada.
Há sim casos em que a internação é a coisa menos traumática e menos nociva para o próprio paciente.
Nem todos vivem 24 horas por dia alheios a tudo, alguns entram e saem de surtos e quando saem apesar de não serem imputáveis penalmente por seus deslizes quando em surto são imputáveis moralmente, e socialmente o que por vezes pode ser muito mais cruel e doloroso.
Alguns se recuperam melhor fora do convívio social e com menor exposição até conseguem se reintegrar bem melhor quando saem do que alguns que expõe o tratamento a sociedade e são discriminados por conta dele o resto de suas vidas, anulando qualquer chance de retorno ao instituído socialmente, que chamam de normal.
Normal é ser diferente!
Mais a sociedade não está preparada ainda para ver os transtornos mentais como diferenças e ainda persiste em pensar neles como anomalias e aberrações.
Valorizo a luta antimanicomial, mais ainda não estamos preparados para ela e acho covardia expor os pacientes ao escracho público.
Essa é apenas minha visão do tema e o modo como trabalho com ele depede da visão do próprio paciente.
Ui querido, falei demais!!rs
Um beijo viu!!
Hum, eh msm, Serjão!
Pois eh, Xana, eu tb valorizo a Luta Antimanicomial, soh ñ concordo c/ o q ela se propõe; mas d qq forma, ela jah surtiu efeitos positivos.
Bem vinda!
Bisous
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