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Imagem: colagem minha.
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Ai que delícia! Tava achando que tinha brochado pros meus contos, mas não! Adorei escrever isto, tomara vc também goste. Alguma coisa estranha -na linguagem- eh intencional, além de natural. O jeito dele também ficou diferente, eu achei. E gostei, como jah disse.
Isso posto...:
Fizeram 25 anos de casados. O sexo sempre fora bom, acontecia mesmo quando brigados; depois, cada um para um lado. Mas nenhuma aventura. Até que ela a sonhou.
Las Vegas, um hotel enorme, repleto de pessoas dos mais variados tipos.
Chegaram de dia, passearam pela cidade. À noite, o cassino. Muita gente elegante. Homens, sobretudo.
Deram uma volta no lugar, ela avistou uma mesa cheia de homens e sem quase mulher alguma em volta. Se encostaram, observando a movimentação da mesa. Os homens a olhavam bastante. Discretamente, mas sempre. Um convidou o marido dela. Ele sentou, ela em pé. Conversaram, foram apresentados a mais alguns ali. De vez em quando a mão gesticulava mais um pouquinho e lhe tocava o peito sem querer -'Desculpe, senhora', olhar e 'cumprimento' ao marido...-, o quadril, a bunda...
Um convite para uma festa. Levantou quase a mesa inteira. Só homens. Foram. A porta de um quarto luxuosíssimo se abriu e o que mais se viu foi pele.
Mas a festa acontecia naturalmente em meio daquilo. Sim, a festa em meio a sexo; não o contrário.
Circularam, dançaram, sentaram num lugar mais vazio. Dois homens passavam quando ela se levantou e dançava sensual e calmamente na frente do marido, mas de olhos fechados. Eles voltaram, perguntaram com a cabeça se podiam chegar perto, o marido assentiu.
De repente quatro mãos a tocavam e ela não se assustou. Continuou dançando de olhos fechados. Não os tocava, mas a si, como se eles não estivessem ali.
O homem que os convidara passou e se juntou. O marido também. Ela subiu na mesinha de centro para em seguida se ver deitada nela, sendo despida por tantas mãos, mas com cuidado, sem pressa.
Experimentou sensações que não sabia existir quando teve um homem lhe chupando um peito, outro outro, outro a buceta, outro ora lambendo seus lábios, beijando-os, ora roçando o pau na boca dela. E muitas mãos alisando-a, apalpando-a, arranhando-a de leve, puxando-a, lhe dando uns tapas, uns apertões... Nenhum pau dentro dela.
Até seu marido afastar todos aqueles homens e meter com força e precisão, sem nem usar as mãos. Meteu muito, observado(s) cada hora por algum grupo de pessoas. Nunca menos de três. A quantidade de expectadores teve pico quando ele lambeu a única parte que não havia sido lambida pelos outros e meteu lá lubrificando com a baba dele e dela.
Ela tomava no cu e ria.
Isso posto...:
Fizeram 25 anos de casados. O sexo sempre fora bom, acontecia mesmo quando brigados; depois, cada um para um lado. Mas nenhuma aventura. Até que ela a sonhou.
Las Vegas, um hotel enorme, repleto de pessoas dos mais variados tipos.
Chegaram de dia, passearam pela cidade. À noite, o cassino. Muita gente elegante. Homens, sobretudo.
Deram uma volta no lugar, ela avistou uma mesa cheia de homens e sem quase mulher alguma em volta. Se encostaram, observando a movimentação da mesa. Os homens a olhavam bastante. Discretamente, mas sempre. Um convidou o marido dela. Ele sentou, ela em pé. Conversaram, foram apresentados a mais alguns ali. De vez em quando a mão gesticulava mais um pouquinho e lhe tocava o peito sem querer -'Desculpe, senhora', olhar e 'cumprimento' ao marido...-, o quadril, a bunda...
Um convite para uma festa. Levantou quase a mesa inteira. Só homens. Foram. A porta de um quarto luxuosíssimo se abriu e o que mais se viu foi pele.
Mas a festa acontecia naturalmente em meio daquilo. Sim, a festa em meio a sexo; não o contrário.
Circularam, dançaram, sentaram num lugar mais vazio. Dois homens passavam quando ela se levantou e dançava sensual e calmamente na frente do marido, mas de olhos fechados. Eles voltaram, perguntaram com a cabeça se podiam chegar perto, o marido assentiu.
De repente quatro mãos a tocavam e ela não se assustou. Continuou dançando de olhos fechados. Não os tocava, mas a si, como se eles não estivessem ali.
O homem que os convidara passou e se juntou. O marido também. Ela subiu na mesinha de centro para em seguida se ver deitada nela, sendo despida por tantas mãos, mas com cuidado, sem pressa.
Experimentou sensações que não sabia existir quando teve um homem lhe chupando um peito, outro outro, outro a buceta, outro ora lambendo seus lábios, beijando-os, ora roçando o pau na boca dela. E muitas mãos alisando-a, apalpando-a, arranhando-a de leve, puxando-a, lhe dando uns tapas, uns apertões... Nenhum pau dentro dela.
Até seu marido afastar todos aqueles homens e meter com força e precisão, sem nem usar as mãos. Meteu muito, observado(s) cada hora por algum grupo de pessoas. Nunca menos de três. A quantidade de expectadores teve pico quando ele lambeu a única parte que não havia sido lambida pelos outros e meteu lá lubrificando com a baba dele e dela.
Ela tomava no cu e ria.


6 Borbolha(s):
Amei
nossa eu quero !
sabe que a unica coisa realmente pervertida que tenho vontade é ir a uma casa de swing mas so pra ser observada
bem ele tem voces nao teemmm sabe
assim desse jeitinho.
Bom, muito bom! Ela ria.
Beijos pro cê e continue escrevendo sobre isso.
Lembrei de uma novela de klossowski, Roberte ce soir, q percorre tb o voyerismo, e de certo modo estabelece uma espécie de deslocamento desse observador. Gosto pacas dessas construções. Na elaboração textual vc modificou sim, assertivas curtas pensando mais no discurso. O teor pornográfico apresentado de chofre é ainda seu traço dominante, a diferença está mais clara no arranjo inicial, com cenário, trama e a corrosividade da última frase, q me parece algo sátiro em relação ao seu mote fescenino.
no mais, há duas coisinhas q comento pessoalmente.
E a coluna com seus contos, ñ mandou mais?
lindoca, muito bom, queremos mais!
:*
Um amigo meu, pegador profissional, me contou uma q uma vez, numa "Termas" - o termo tbm é esse aí, né? - uma mulher q não parecia uma das funcionárias - se é q vc me entende - disse q queria dar pra ele e o convidou para ir na canbime "X" numa certa hora "H" q ela estaria lá esperando. O cara foi. Chegando lá, a mulher estava no meio a quase uma desena de clientes da casa, sendo fodida por tudo q era orifício, gente gozando enciam dela enquanto o marido assistia amarradão.
O q mais me surpreendeu, já q nunca tive a oportunidade de ver uma cena assim, foi como o amigo pegador profissional ficou impressionado com aquela imagem. Ele amarelou. Mas passou quase mês ou mais, só falando no mesmo assunto. Engraçado, não?
Neh?!: Uma perversãozinha dessa aih eh 'inha'!
Valheu, Thiago! Eh o q qro: continuar escrevendo (d)isso.
Lembrou klossowski?! Eita! Tah bom, tah bom... Ñ eh erótico, eh 'porn', huahuahuah...
Foi satiridade tb c qm manda os outros fazerem isso qrendo algo d ruim p a pessoa, hahah! (No domingo msm, lah no Mercado, amigo meu mandou eu ir me foder e eu: "Adõrõ!", huahauah
Tb qro mais! (Gosto mesmo d escrever essas bubiças!)
Ah eh?! O cara amarelou?! Ficou falando pra 'gastar', então!, tadinho., hahah
Bisous!!!!
Adorei!
Demais!
Foi direto ao assunto mas sem se limitar a sacanagem.
Terminou, sem terminar, com maestria.
Uma bela parceria nascendo.
Voltarei!
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